Gastroenterologia funcional e integrativa: uma abordagem que investiga a causa dos sintomas digestivos
Muitos pacientes chegam ao consultório depois de anos convivendo com sintomas digestivos, com exames convencionais normais e a sensação de que 'não há mais o que fazer'. A gastroenterologia funcional e integrativa parte de um princípio diferente: mesmo quando os exames de rotina não mostram alterações, o funcionamento do sistema digestivo pode não estar em equilíbrio.
O que caracteriza essa abordagem?
Investigação detalhada da história clínica, dos sintomas, dos exames já realizados, da alimentação, do funcionamento intestinal e dos tratamentos anteriores
Conduta individualizada, que pode envolver medicamentos, fitoterapia, ajustes alimentares, modulação do trânsito intestinal e mudanças de hábitos
Atenção à integração entre intestino e cérebro, já que sono, estresse e saúde emocional podem influenciar diretamente a motilidade e a sensibilidade do sistema digestivo
Quais condições costumam ser investigadas nessa abordagem?
Disbioses intestinais (incluindo SIBO, IMO, ISO e SIFO), intolerâncias alimentares, síndrome do intestino irritável, síndrome de ativação mastocitária, doença celíaca, dispepsia funcional, gastrite, doença do refluxo gastroesofágico, constipação e diarreia crônicas, esteatose hepática e deficiências nutricionais fazem parte do que costuma ser avaliado dentro dessa visão funcional e integrativa.
Por que a escuta faz parte do tratamento
Sintomas digestivos crônicos costumam vir acompanhados de uma sensação de não ser levado a sério — principalmente quando os exames voltam 'normais'. Parte importante dessa abordagem é validar o que o paciente sente e usar isso como ponto de partida da investigação, em vez de encerrar a busca por respostas no primeiro exame sem alterações.
Atendo em Santos, presencial e por telemedicina, com uma visão que trata o sistema digestivo como parte de um organismo interligado — e não como um órgão isolado dos demais.


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